Cientista britânico afirma que aquecimento global pode deixar humanos com aparências bizarras

Dentro da interminável série de fenômenos atribuídos ao suposto aquecimento global causado pelas atividades humanas, um cientista britânico acaba de dar uma contribuição impagável. Embora o seu estudo se pareça mais com o roteiro de uma produção B de Hollywood da década de 1950, o Dr. Matthew Skinner, paleoantropólogo da Universidade de Kent, afirma que se as temperaturas globais continuarem subindo a espécie humana sofrerá mudanças anatômicas radicais, com resultados realmente escabrosos. Para complementar o estudo, ele esboçou também possíveis alterações anatômicas para outros cenários, como o de uma nova idade do gelo ou, até mesmo, caso a humanidade colonize outros planetas.

Com o auxílio do artista plástico Quentin Devine, Skinner propôs os três citados cenários básicos de evolução para a humanidade, destacando que as mudanças poderão ocorrer via seleção natural, ao longo de centenas de gerações, ou por meio de engenharia genética. “Podemos fazer engenharia genética em nós mesmos, se for importante o suficiente para a nossa sobrevivência. A maioria dessas mudanças deverá ser o resultado de nosso trabalho do que algo que ocorre ao longo do tempo, de forma natural. Outras podem ocorrer ao longo de dezenas de milhares de anos”, disse ele ao jornal The Guardian (13/01/2016).

Para se adaptar a um “mundo só de água”, que seria resultante do aquecimento global (supostamente, com o derretimento das calotas polares e a elevação do nível dos mares), Skinner prognostica que os humanos terão que desenvolver mãos com membranas como as dos batráquios, para facilitar a natação; e olhos como os dos gatos, para permitir uma boa visão mesmo em condições submarinas de pouca iluminação. Também deveremos, segundo a sua tese, desenvolver uma capa de gordura no abdômen, fazendo com que continuemos a ter aparência de bebê mesmo na fase adulta, para supostamente ajudar a manter o calor corporal em logos períodos submersos.

No caso de uma hipotética nova era do gelo, ele prevê que a nossa pele se tornará mais pálida, para nos ajudar a produzir mais vitamina D a partir de menos luz solar. Além disso, ele afirma que teremos maior quantidade de massa muscular e pêlos mais abundantes no corpo. O tamanho de nossas fazes e narizes aumentaria consideravelmente nesse cenário, de modo a ajudar a aquecer, na área atrás do nariz, o ar frio inalado em um planeta Terra sob temperaturas negativas. O aumento da força física serviria para “compensar” a perda de recursos naturais e de tecnologia, além de, no caso dos homens, atrair parceiras sexuais.

E, em caso de colonização de outros planetas, as mudanças físicas seriam variadas, segundo as condições de cada planeta, podendo incluir: braços mais longos; pernas mais curtas; diminuição do maxilar e perda de dentes; e outras mudanças (vide a figura abaixo).

Homem-sapo ou homem-gorila? Façam as apostas!

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Como qualquer material que possa provocar alarde em relação ao “aquecimento global”, as surreais teses de Skinner e sua equipe têm recebido uma considerável publicidade nos principais veículos midiáticos do planeta, mas, afinal, é mais um exemplo ilustrativo das teses ridículas do “aquecimentismo”, a grande maioria das quais não resiste a qualquer análise verdadeiramente científica.

E pensar que pelo menos algumas dezenas ou centenas de milhares de libras dos contribuintes britânicos foram desperdiçadas com semelhante sandice.

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