Greenpeace perde €3,8 milhões em especulação “sem fins lucrativos”

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O departamento financeiro do Greenpeace resolveu especular com a evolução os preços do euro, em uma jogatina financeira que contradiz a suposta filosofia da entidade, que se proclama “sem fins lucrativos”. No entanto, para o azar da multinacional “verde”, a moeda europeia seguiu uma trajetória diversa da prevista por eles para o mês de maio e o resultado foi um prejuízo de 3,8 milhões de euros na sua contabilidade. 

Mike Townsley, diretor de comunicação do Greenpeace International, desculpou-se pelo prejuízo nada sustentável que a jogatina da ONG proporcionou às suas contas: “Pedimos desculpas a todos os membros de nossa organização. (…) Esperamos que vocês entendam que os nossos empregados não cometem equívocos.”

Imaginem se cometessem.

Townsley ainda alegou que os mentores intelectuais da malfadada operação financeira não visavam o seu enriquecimento pessoal, mas destinar o lucro esperado aos escritórios regionais da ONG que ainda estão em estágio embrionário – a maioria deles, que dependem dos repasses da organização central, inclusive o brasileiro.

Segundo a Itar-Tass, o último relatório financeiro do Greenpeace revela que a entidade recebeu 270 milhões de euros somente no ano de 2012, sendo que a maior parte destes valores seria proveniente de “doadores privados”. Mas, a julgar pelos seus métodos, não seria incorreto afirmar que a ONG estaria mais próxima de um grupo de investimentos, mais interessada no verde dos dólares do que no meio ambiente.



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