(Português) Em busca de um sentido de nação

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4 comentarios

  1. Até mesmo a classe média parda (branco no Brasil só uns 1%) letrada tem dificuldades de entender o que se passa no Brasil e no mundo. Preço do petróleo manipulado, dólar inflado e lastreado no poder bélico infinito dos EUA, mais uma bolha financeira à vista, corrupção mundial sendo ‘escancarada (HSBC), show de hipocrisia, cinismo e mentiras ocidentais acerca das inúmeras guerras e fatos bélicos mundiais, o início de uma nova corrida armamentista e a possível deflagração de uma guerra nuclear. Pois é, o mundo, não só o Brasil, vive uma crise moral e existencial. Apesar da péssima gestão petista o nosso problema maior é que nenhum partido político desafiaria contestar a sangria financeira para o pagamento da dívida externa. Divida odiosa, criada por um sistema odioso de escravização de toda uma nação pela dívida. Somos escravos, pouco importa o presidente, trabalhamos para sustentar a ostentação dos 1%. Somos escravos da propaganda, do marketing, das corporações. Comemos, vestimos, estudamos o que ‘eles’ querem. Passamos anos na escola repetindo baboseiras que não servem para nada, mas que alimentam a indústria da educação mundial. Comemos transgênicos sem perceber, somos dominados pela psicologia do liberalismo consumista, irracional, tolo, sem profundidade. Somos narcisistas, gastando nosso precioso tempo com selfies, facebooks, instagrams, xxx e outras tolices. Protestar é um evento social, sem profundidade, sem consequencias, sem enlaces e desenlaces, sem estratégia, sem futuro. Mais vale estudar, ler, se informar, conhecer a história nacional e mundial, gastar tempo procurando outras fontes de informações, elaborar uma estratégia pessoal e grupal para enfrentar os problemas. Mas, no fundo, nossa tradição colonial e imperial é de farinha pouca, meu pirão primeiro. Não há no Brasil espírito de corpo nacional, sentimento de coletividade. A brasilidade ainda nasce no Brasil.

    • Observando desde fora do Brasil: Esteve no Brasil na epoca da histeria popular durante visita de «Madonna» e «Michael Jackson» 1993 . A «histeria» existia tambem em outras sociedades, mas no Brasil tinha carater extremo desorientado-patologico, a tragicamente desculturado. Depois a ditadura na Argentina existia uma onda de rechazo contra o «tango» como cultura nacional. Igual depois a ditadura no Brasil existia uma tendencia de adorar o «pop» dos anglos. A classe media-alta argentina e brasileira rechazam a musica nacional, a adoram a musica «pop» anglo – ate que moram nos EUA – logo tornam embaixadores do tango e do samba ! Hoje o «tango» e musica filarmonica na Europa e europeos com cultura visitam Buenos Aires para o ambiente do «tango». —- Brasil nao e «pais de imigrantes» e nenhum pais na America Latina e «pais de imigrantes» no estilo de EUA, Canada, Australia! Entre 1500 e 1800 poucas mulheres tem imigrado ao Brasil — e dos 5.5 milhoes de imigrantes desde 1870 ate hoje – 2/3% foram homens. A «Margaret Thatcher» e «Angela Merkel» nao tem participado na formacao da psique nacional de nenhum pais na America Latina. (E ate limitadamente na psique dos americanos sulistas e ocidentales – assim a «informalidade anarquica » dos «real Americans»). Eu explico aos europeos: A psique do «latino» tem sido formado nos seculos das generacoes fundadores: Homens aventureiros solteiros da Iberia com tendencias anarquicas e mulheres indigenas com a tendencia de «pos ele e assim». EUA tem sido formado por protestantes. Brasil pela Igreja Catolica. Brasileiros perguntam: Porque EUA tem cientistas negros ? – Bom: Dra. Michelle Obama (Harvard Ph,D), e Dra.Condoleeza Rice (Ph.D.Stanford.) Ex-Secretaria de Relacoes Exteriores, e outras academicas negras (Prof. Angela Davis, filosofa) – tiveram ancestrais escravos no Sul dos EUA que logo tornaram agricultores de subsistencia. Depois o fim da Guerra Civil em 1865, os PRESBYTERIANS e METHODISTS dos estados do norte fundaram no Sul «seminarios» para educar sacerdotes negros para igrejas segredadas. Os ancestrais de Michelle Obama e Condoleeza Rica foram formados como sacerdotes presbyterianos protestantes. Os seminarios logo tornaram universidades segregadas, a ao comezo do seculo 19, existia um setor de negros medicos, professores de escolas, dentistas, advocados, farmaceuticos – dentro da sociedad segregada nos EUA. Uma ancestra de Michelle Obama era escrava ainda vendida e comprada em 1856 por $ 8. Mas parece uma maniobra para proteger a negra como «propriedad privada» contra confisco das autoridades : O preco real do «mercado» era ate $ 1000 – uma suma quasi millionaria em valores de 2015. — Brasil e um pais formado por tres racas totalmente diferentes, e a logo depois 1820 por imigrantes, geralmente homens de Portugal, Espanha, Italia, Alemanha, Polonia, e Arabes cristaos. (Os Japoneses chegaram como familias). Como contraste ha paises como o Japao e os Escandinavios onde todos provem duma so etnia, o que obivamente farovorece uma coesao nacional.

  2. Pessoas utilizam-se de websites para lançarem o que é apenas uma reflexo do que o sistema passa para a sociedade. Os supostos cidadãos inconformados que saem nas ruas, cantando e agitando símbolos patrióticos não são nada mais nada menos que auto falantes utilizados pela burguesia e por seus subordinados da aristocracia. Vive-se nos dias atuais um verdadeiro cartel político comandado pela classe dominante. Não há democracia e sim uma grande e perceptível ditadura ideológica, baseada na propaganda consumista, oferecida pelos grandes regentes midiáticos . Perceptível por ser tão óbvia quanto uma ditadura concreta, mas que a população se encontra bloqueada pela ignorância, falta de senso crítico, de força e coragem.

  3. HWWF
    Dizem que vem ai a reforma política. Porém, eles não poderão fazer essa reforma, senão nada mudaria, ou talvez, pode até piorar. A que o povo quer é mais ou menos esta:
    -Redução dos 594 parlamentares para 200. É suficiente para um pais do 3o. mundo.Representaria uma economia de 5 bi.
    – Em alguns casos; concurso público para vereadores, deputados, governadores. Economia com gasto eleitoral.
    – Eliminação de regalias e privilégios. Economia para os cofres públicos.
    – Tirar o dinheiro das mãos dos políticos e depositar em nome de uma comissão fiscalizada. Arrecadação da nação.
    – Reduzir Ministérios e pastas.
    – Fim do voto obrigatório com pretexto eleitoreiro.
    – Fim de fiança e hábias-corpus para crime de desvio de dinheiro público e ou, corrupção.
    – Confisco de bens, e outros para condenados políticos.
    – Eliminação de veículos oficiais para coibir o uso ilegal e pessoal.
    – Assinatura de acordos internacionais que coloca em risco a soberania nacional, só através de uma assembléia com participação da sociedade.
    Estes são alguns pontos de uma reforma política eficaz, para alavancar a nação, o progresso e a democracia.

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