O tema é vasto e recorrente. Se olharmos para o passado, veremos que a história dos países deste continente latino, particularmente os de maior potencial, como Argentina, Brasil e México, todos têm uma história semelhante, de avanços e recuos. A Argentina, na primeira metade do século XX, foi mais desenvolvida que a maioria dos países da Europa. O México, disse alguém, seu azar é estar muito próximo dos EUA. Quanto ao Brasil, excetuando-se o breve período de JK, só se desenvolveu e quando se desenvolveu, aconteceu em períodos de regime de exceção, anomalias do dito Estado de Direito, era Vargas e o Regime Militar pós 1964.. Por que? É elementar. Naqueles períodos, para o bem ou para o mal, havia um projeto de nação. A proposta era o Brasil Potência. Quando da chamada redemocratização, ascenderam ao poder, com raras exceções, o que havia de pior na política brasileira, à esquerda e à direita. Foi como a corrida do ouro na Serra Pelada, acorreram os aventureiros de todos os matizes. E deu no que deu, nem poderia se esperar um resultado diferente. Para fechar o ciclo surge o populismo de esquerda com o PT, a pior praga que poderia acontecer numa sociedade. Os exegetas da política tentam explicar o PT, entretanto poucos, quase ninguém, por ignorância ou má fé, diz, que para o projeto de poder do PT, quanto pior melhor, pois pelo jargão marxista, há que se destruir a velha ordem para que os proletários implantem a Ditadura do Proletariado, que será, num toque de mágica, a implantação do paraíso terrestre. Por último, se lançarmos um olhar nas sociedades que se tornaram afluentes, foi alicerçado no planejamento, disciplina, ordem, trabalho, educação e sobretudo na vontade férrea ao buscar seu lugar no concerto das nações, cujos pilares são os chamados valores morais eternos, amor , justiça e verdade.
Falta ao Brasil espírito de corpo, solidariedade, projeto comum. Com uma educação básica fraquíssima, mesmo na esfera privada, e com uma comunidade acadêmica corporativista, parasita e improdutiva fica difícil querer algo além de viver para pagar o serviço da dívida, ou seja, sobreviver. O Brasil nação ainda não nasceu.
O tema é vasto e recorrente. Se olharmos para o passado, veremos que a história dos países deste continente latino, particularmente os de maior potencial, como Argentina, Brasil e México, todos têm uma história semelhante, de avanços e recuos. A Argentina, na primeira metade do século XX, foi mais desenvolvida que a maioria dos países da Europa. O México, disse alguém, seu azar é estar muito próximo dos EUA. Quanto ao Brasil, excetuando-se o breve período de JK, só se desenvolveu e quando se desenvolveu, aconteceu em períodos de regime de exceção, anomalias do dito Estado de Direito, era Vargas e o Regime Militar pós 1964.. Por que? É elementar. Naqueles períodos, para o bem ou para o mal, havia um projeto de nação. A proposta era o Brasil Potência. Quando da chamada redemocratização, ascenderam ao poder, com raras exceções, o que havia de pior na política brasileira, à esquerda e à direita. Foi como a corrida do ouro na Serra Pelada, acorreram os aventureiros de todos os matizes. E deu no que deu, nem poderia se esperar um resultado diferente. Para fechar o ciclo surge o populismo de esquerda com o PT, a pior praga que poderia acontecer numa sociedade. Os exegetas da política tentam explicar o PT, entretanto poucos, quase ninguém, por ignorância ou má fé, diz, que para o projeto de poder do PT, quanto pior melhor, pois pelo jargão marxista, há que se destruir a velha ordem para que os proletários implantem a Ditadura do Proletariado, que será, num toque de mágica, a implantação do paraíso terrestre. Por último, se lançarmos um olhar nas sociedades que se tornaram afluentes, foi alicerçado no planejamento, disciplina, ordem, trabalho, educação e sobretudo na vontade férrea ao buscar seu lugar no concerto das nações, cujos pilares são os chamados valores morais eternos, amor , justiça e verdade.
Falta ao Brasil espírito de corpo, solidariedade, projeto comum. Com uma educação básica fraquíssima, mesmo na esfera privada, e com uma comunidade acadêmica corporativista, parasita e improdutiva fica difícil querer algo além de viver para pagar o serviço da dívida, ou seja, sobreviver. O Brasil nação ainda não nasceu.