{"id":635,"date":"2012-12-07T18:59:25","date_gmt":"2012-12-07T18:59:25","guid":{"rendered":"http:\/\/www.alerta.inf.br\/?p=635"},"modified":"2012-12-07T18:59:25","modified_gmt":"2012-12-07T18:59:25","slug":"o-iminente-ponto-de-inflexao-da-ciencia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/msiainforma.org\/es\/o-iminente-ponto-de-inflexao-da-ciencia\/","title":{"rendered":"O iminente \u00abponto de inflex\u00e3o\u00bb da Ci\u00eancia"},"content":{"rendered":"<p align=\"left\"><em>N.dos E. &#8211; A seguir, publicamos extratos de um recente artigo do f\u00edsico e engenheiro eletr\u00f4nico australiano Wallace Thornhill, no qual apresenta importantes considera\u00e7\u00f5es sobre o estado atual da Ci\u00eancia. Embora voltado para a Astronomia e a Cosmologia, as suas precisas observa\u00e7\u00f5es se aplicam a v\u00e1rias outras \u00e1reas cient\u00edficas, como a Climatologia, hoje dominada pelo dogma do chamado aquecimento global antropog\u00eanico. Thornhill \u00e9 cofundador do sitio Thunderbolts.info, dedicado a promover um novo modelo cosmol\u00f3gico, o chamado Universo El\u00e9trico, baseado na preponder\u00e2ncia da eletricidade como for\u00e7a fundamental, em vez da gravidade.\u00a0<a href=\"http:\/\/www.thunderbolts.info\/wp\/2012\/11\/19\/sciences-looming-tipping-point\/\">O artigo original pode ser consultado no s\u00edtio citado<\/a>\u00a0e os subt\u00edtulos s\u00e3o do pr\u00f3prio autor.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>O iminente \u00abponto de inflex\u00e3o\u00bb da Ci\u00eancia<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Wallace Thornhill<\/p>\n<p>Na Ci\u00eancia, um \u00abponto de inflex\u00e3o\u00bb [<em>tipping point<\/em>, no original] deve ocorrer quando o peso das evid\u00eancias contra uma teoria desequilibra o prato da balan\u00e7a da opini\u00e3o contra ela. Mas, nesta era espacial, nos maravilhamos com a \u00abrealidade virtual\u00bb gerada por computadores e o intenso brilho tecnol\u00f3gico da Ci\u00eancia aplicada. Por isso, alguns podem se surpreender ao tomar conhecimento de que a moderna Ci\u00eancia te\u00f3rica est\u00e1 em crise. A pir\u00e2mide invertida da Ci\u00eancia atual se baseia na matem\u00e1tica de part\u00edculas e energia imagin\u00e1rias, descritas por uma teoria qu\u00e2ntica acausal, que ningu\u00e9m pode explicar. Ocasionalmente, cientistas mais sinceros admitem que n\u00e3o entendem fen\u00f4menos b\u00e1sicos, como a massa, a gravidade, o magnetismo, os rel\u00e2mpagos, as gal\u00e1xias e at\u00e9 mesmo o Sol! Assim, n\u00e3o surpreende que planetas, estrelas e gal\u00e1xias estejam sendo descobertas onde \u00abn\u00e3o deveriam existir\u00bb e a maior parte do Universo vis\u00edvel parece ser uma mera impureza avassalada por misteriosas \u00abmat\u00e9ria escura\u00bb e \u00abenergia escura\u00bb. Em seu papel como um sistema de cren\u00e7as consensual, a \u00abci\u00eancia estabelecida\u00bb de hoje est\u00e1 sendo confrontada com contradi\u00e7\u00f5es surpreendentes e de uma frequ\u00eancia tal que supera a capacidade de serem ajustadas aos dogmas prevalecentes. E, como os mist\u00e9rios fundamentais persistem como n\u00e3o reconhecidos, os pr\u00eamios Nobel de Fisica s\u00e3o conferidos por descobertas puramente imagin\u00e1rias. A natureza ex\u00f3tica destas descobertas deveria servir-nos como advert\u00eancia de que a Ci\u00eancia se encontra \u00e0 beira de um ponto cr\u00edtico de uma magnitude sem paralelo.<\/p>\n<p align=\"center\"><em>Ci\u00eancia disfuncional<\/em><\/p>\n<p>A Ci\u00eancia encontra-se em um ponto de inflex\u00e3o, porque, tendo-se fragmentado em especialidades e subespecialidades, ela n\u00e3o est\u00e1 mais equipada para lidar com a falsifica\u00e7\u00e3o de dados.* As barricadas do jarg\u00e3o t\u00e9cnico e das pol\u00edticas que beneficiam os interesses restritos impedem que os especialistas vejam o que seria bastante \u00f3bvio, quando visto de uma perspectiva superior. Tal sistema \u00e9 avesso aos desafios externos daqueles \u00abque transcendem o convencional\u00bb e as principais autoridades se sentem \u00e0 vontade para ignor\u00e1-los. Evidentemente, antes que as barreiras modernas fossem erigidas, foram aceitas contribui\u00e7\u00f5es cient\u00edficas cruciais de \u00abintrusos\u00bb [<em>outsiders<\/em>, no original], como William Herschel, Michael Faraday e outros daqueles que \u00abdevem estar livres dos dogmas e preconceitos atuais e s\u00e3o capazes de ver o mundo com novos olhares\u00bb (Albert Einstein). Poucas universidades t\u00eam demonstrado a coragem de insistir em um quadro amplo e equilibrado do conhecimento atual ou em uma compara\u00e7\u00e3o balanceada de pressupostos te\u00f3ricos e alternativas dispon\u00edveis. Hoje em dia, aplicar tais crit\u00e9rios b\u00e1sicos implicaria no risco de desacreditar departamentos inteiros.<\/p>\n<p align=\"center\"><em>Educa\u00e7\u00e3o disfuncional<\/em><\/p>\n<p>Na verdade, poder\u00edamos estar t\u00e3o distantes de uma \u00abteoria de tudo\u00bb significativa, como o homem da Idade da Pedra estava de colocar os p\u00e9s na Lua. As nossas universidades fomentam uma marcha sincronizada te\u00f3rica e estreita. A essencial autocorre\u00e7\u00e3o requereria o oposto, um horizonte mais amplo, com olhos abertos para id\u00e9ias e fatos cr\u00edticos que se apresentassem atrav\u00e9s de v\u00e1rias fronteiras disciplinares. De fato, isto significaria um retorno aos caminhos interdisciplinares da Filosofia Natural. O conhecimento deveria ser aberto \u00e0 cr\u00edtica e a cr\u00edtica n\u00e3o deveria ser limitada aos pares mais pr\u00f3ximos. Uma das maiores falhas da educa\u00e7\u00e3o moderna \u00e9 o fato de os estudantes n\u00e3o serem incentivados a cultivar o pensamento cr\u00edtico, ou explorar possibilidades mais amplas. Ao \u00abbom estudante\u00bb de hoje, \u00e9 pedido que se conforme e absorva o conhecimento pr\u00e9-empacotado, como se fosse uma esp\u00e9cie de\u00a0<em>\u00abfast food\u00bb<\/em> intelectual. Por\u00e9m, em lugar de certezas, dever\u00edamos alimentar os estudantes com d\u00favidas e mist\u00e9rios, para ajud\u00e1-los a estimular a imagina\u00e7\u00e3o e motivar a pesquisa individual. Este \u00e9 o caminho para a obten\u00e7\u00e3o de inova\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>\u00abA educa\u00e7\u00e3o cient\u00edfica intensiva e estreita garante que quem se submete a ela jamais far\u00e1 uma descoberta cient\u00edfica&#8230; N\u00f3s devemos forjar uma educa\u00e7\u00e3o pioneira, cujo prop\u00f3sito seja produzir os generalistas imaginativos que podem nos levar a um futuro desconhecido.\u00bb (Robert e Mich\u00e8le Root-Bernstein &#8211;\u00a0<em>Centelhas de g\u00eanios: como pensam as pessoas mais criativas do mundo<\/em>.)<\/p>\n<p align=\"center\"><em>Jogos de computadores e a m\u00eddia<\/em><\/p>\n<p>Os pesquisadores de hoje t\u00eam computadores para simular quase tudo que possam imaginar. A combina\u00e7\u00e3o da capacidade de processamento de dados com a imagina\u00e7\u00e3o produz os jogos de computadores mais avan\u00e7ados, um mundo virtual onde a fantasia desenfreada pode florescer. \u00abVoc\u00ea pode vender qualquer coisa, se ela for vestida corretamente&#8230; Voc\u00ea pode dar um resultado que \u00e9 um lixo completo, mas, se for tomado fora do contexto, os revisores n\u00e3o podem perceber a diferen\u00e7a\u00bb, disse um astrof\u00edsico. Palavras duras? N\u00e3o se se leem os numerosos artigos em que simula\u00e7\u00f5es s\u00e3o apresentadas como \u00abprovas\u00bb de uma teoria. Cada descoberta \u00absurpreendente\u00bb resulta em modelos computadorizados ad hoc, constru\u00eddos a partir de ideias \u00abde prateleira\u00bb e softwares que s\u00e3o for\u00e7ados para fazer aproxima\u00e7\u00f5es do que se imagina ter sido descoberto. Atrativas \u00abimpress\u00f5es art\u00edsticas\u00bb geradas por computador ajudam na obten\u00e7\u00e3o de verbas. O projeto dos laborat\u00f3rios de pesquisa giram em torno das tecnologias de simula\u00e7\u00e3o e visualiza\u00e7\u00e3o, como no caso do Grande Colisor de H\u00e1drons. Com isso, as bibliotecas cient\u00edficas s\u00e3o entupidas com um excesso de literatura t\u00e9cnica ileg\u00edvel e que permanece sem ser lida, enquanto a distin\u00e7\u00e3o entre a pr\u00f3pria natureza e os \u00abmundos virtuais\u00bb da m\u00eddia popular se torna cada vez menos n\u00edtida. Neste c\u00edrculo vicioso mortal, o mundo virtual ganha publicidade e verbas. Enquanto isso, declina, progressivamente, a inspira\u00e7\u00e3o que atrai as mentes jovens para as verdadeiras descobertas.<\/p>\n<p>No livro\u00a0<em>\u00abComo Einstein arruinou a F\u00edsica\u00bb<\/em>\u00a0(How Einstein Ruined Physics), Roger Schlafly, ele pr\u00f3prio um doutor em Matem\u00e1tica pela Universidade da Calif\u00f3rnia em Berkeley, escreve: \u00abA F\u00edsica moderna foi tomada por pesquisadores acad\u00eamicos que se autodenominam f\u00edsicos te\u00f3ricos, mas que, na verdade, fazem fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica. Eles n\u00e3o s\u00e3o matem\u00e1ticos que provam os seus resultados com a L\u00f3gica, e n\u00e3o s\u00e3o cientistas que testam as suas hip\u00f3teses com experi\u00eancias. Eles fazem afirmativas grandiloquentes sobre como as suas f\u00f3rmulas criativas v\u00e3o explicar como o mundo funciona e, ainda assim, n\u00e3o proporcionam qualquer meio de se verificar se existe alguma validade em suas ideias.\u00bb<\/p>\n<p>A Matem\u00e1tica \u00e9 uma grande ferramenta, mas n\u00e3o \u00e9 F\u00edsica. Um lucrativo pr\u00eamio foi recentemente conferido a um astrof\u00edsico australiano que incentivava os estudantes a imit\u00e1-lo e a \u00abver as coisas como problemas matem\u00e1ticos, em vez de como problemas f\u00edsicos\u00bb. Isto, vindo de uma pessoa que nos deu a imagin\u00e1ria \u00abmat\u00e9ria escura\u00bb, para permitir o acerto matem\u00e1tico para o problema f\u00edsico. Para seu cr\u00e9dito, Albert Einstein demonstrava um entendimento melhor, ao dizer que, \u00abna medida em que as leis da Matem\u00e1tica se referem \u00e0 realidade, elas n\u00e3o s\u00e3o verdadeiras; e, na medida em que elas s\u00e3o verdadeiras, n\u00e3o se referem \u00e0 realidade\u00bb.<\/p>\n<p align=\"center\"><em>Financiamento das pesquisas<\/em><\/p>\n<p>A ci\u00eancia do consenso e a necessidade desesperada de publicar artigos em umas poucas revistas \u00abreconhecidas\u00bb s\u00e3o os combust\u00edveis da censura da revis\u00e3o de pares, da publica\u00e7\u00e3o seletiva de dados, das tend\u00eancias confirmat\u00f3rias e, em alguns casos, da fraude. Os pedidos de verbas para pesquisas deveriam ser submetidos ao escrut\u00ednio p\u00fablico. Se a pesquisa n\u00e3o puder ser explicada e justificada perante \u00e1rbitros qualificados e submetida \u00e0 cr\u00edtica qualificada, qual \u00e9 a base para a confian\u00e7a depositada nas multibilion\u00e1rias aventuras cient\u00edficas de hoje? O \u00abconfiem em n\u00f3s, somos os especialistas\u00bb, n\u00e3o \u00e9 aceit\u00e1vel. A confian\u00e7a cega nos levou a question\u00e1veis projetos multibilion\u00e1rios como o Grande Colisor de H\u00e1drons, de 9 bilh\u00f5es de d\u00f3lares, e o Reator Experimental Termonuclear Internacional (ITER), de 16 bilh\u00f5es e 30 anos &#8211; que, quando analisados de forma cr\u00edtica, ficam longe das justificativas cient\u00edficas de que o p\u00fablico tem todo o direito de esperar.<\/p>\n<p align=\"center\"><em>A Cosmologia como um mito<\/em><\/p>\n<p>A Cosmologia atual, ao tentar proporcionar-nos o quadro maior, compete com a Religi\u00e3o, ao investir em um mito alternativo da cria\u00e7\u00e3o, que passa por cima das leis da F\u00edsica observadas. O mito \u00e9 o chamado <em>\u00abBig Bang\u00bb<\/em>, e ele n\u00e3o faz sentido. O que observamos \u00e9 que a mat\u00e9ria \u00abtranca\u00bb a energia eletromagn\u00e9tica, que se manifesta como massa, de acordo com a f\u00f3rmula E = mc2 (n\u00e3o se necessita de qualquer hipot\u00e9tico b\u00f3son de Higgs). Mas n\u00e3o temos nenhuma ideia de como a energia pode criar a mat\u00e9ria (seja l\u00e1 o que isto acabar sendo). Ent\u00e3o, nada podemos dizer sobre a cria\u00e7\u00e3o do Universo. Embora pare\u00e7a explicar certos fen\u00f4menos observados, o Big Bangrequer que racionalizemos um imenso campo de anomalias que se acumulam, for\u00e7ando os cosmologistas a devotar a maior parte do seu tempo a inventar maneiras de contornar as contradi\u00e7\u00f5es, com a introdu\u00e7\u00e3o de constru\u00e7\u00f5es puramente te\u00f3ricas, como a mat\u00e9ria escura, a energia escura, os buracos negros e muitas outras. O vocabul\u00e1rio ex\u00f3tico que tem emergido disto falha em todos os testes racionais da \u00abnavalha de Occam\u00bb.** Os resultados inesperados s\u00e3o enfrentados com solu\u00e7\u00f5es\u00a0ad hoc. H\u00e1 sempre uma resposta.<\/p>\n<p>O mito do Big Bang, com o seu bizarro retrato da nossa situa\u00e7\u00e3o no Universo, afeta a sociedade com a sua desesperan\u00e7a e o desperd\u00edcio de dinheiro e recursos. A Cosmologia moderna se exp\u00f5e como uma religi\u00e3o secular competidora, com o seu pr\u00f3prio criacionismo e os cen\u00e1rios de fim do mundo. A Ci\u00eancia ainda n\u00e3o se livrou das algemas do nosso passado incompreendido.<\/p>\n<p align=\"center\"><em>Cosmologia por modelos computadorizados<\/em><\/p>\n<p>Um crit\u00e9rio para uma cosmologia bem sucedida \u00e9 a sua capacidade de prever novas prov\u00e1veis descobertas e caminhos de pesquisa em outras disciplinas. A cosmologia do Big Bang n\u00e3o passa neste teste. Hoje, as incessantes surpresas causadas pelos dados astron\u00f4micos discordantes nunca provocam um repensamento radical das premissas b\u00e1sicas. O \u00abde volta \u00e0 prancheta\u00bb, nunca significa come\u00e7ar de novo. Os mist\u00e9rios mencionados anteriormente ficam intocados. Ningu\u00e9m l\u00ea os artigos originais dos quais o dogma emergiu. As surpresas, simplesmente, alimentam o circuito ci\u00eancia-m\u00eddia-financiamento, para promover absurdos improvisados &#8211; \u00abprovados\u00bb pelos modelos computadorizados. Mas os modelos computadorizados n\u00e3o podem provar nada. A maioria deles se baseia em conceitos inv\u00e1lidos, como o de tratar o plasma espacial como um g\u00e1s magnetizado, e t\u00eam tantos par\u00e2metros ajust\u00e1veis que os modelos n\u00e3o s\u00e3o \u00abfalsific\u00e1veis\u00bb. Os f\u00edsicos s\u00e3o treinados para trabalhar em um v\u00e1cuo intelectual. O resultado \u00e9 uma falta de progresso real, que se disfar\u00e7a por cabe\u00e7alhos cient\u00edficos crescentemente bizarros e promessas de sucessos futuros, que nunca chegam. Considere-se, por exemplo, as promessas velhas de d\u00e9cadas da energia termonuclear limpa e ilimitada, \u00abcomo o Sol\u00bb. O fracasso de se obt\u00ea-la nunca provocou quaisquer novos conceitos sobre o Sol. Mas isto poderia ser uma pista.<\/p>\n<p>* O m\u00e9todo da \u00abfalsificabilidade\u00bb foi elaborado pelo fil\u00f3sofo da ci\u00eancia austr\u00edaco-brit\u00e2nico Karl Popper (1902-1994). Segundo ele, as hip\u00f3teses ou teorias cient\u00edficas devem ser permanentemente submetidas a testes e cr\u00edticas, para detectar-lhe os erros ou falhas. O papel dos testes seria o de demonstrar a falsidade das proposi\u00e7\u00f5es, e n\u00e3o a sua exatid\u00e3o. &#8211; N. dos E.<\/p>\n<p>** A \u00abnavalha de Occam\u00bb \u00e9 um princ\u00edpio l\u00f3gico atribu\u00eddo ao franciscano ingl\u00eas Guilherme de Occam (s\u00e9c. XIV), segundo o qual a explica\u00e7\u00e3o de qualquer fen\u00f4meno deve considerar apenas as premissas estritamente necess\u00e1rias para tanto, descartando-se as que n\u00e3o teriam qualquer influ\u00eancia aparente sobre eles. Ou, em outras palavras, se as v\u00e1rias explica\u00e7\u00f5es de um fen\u00f4meno forem id\u00eanticas em tudo o mais, a mais simples \u00e9 a melhor. &#8211; N. dos E.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>N.dos E. &#8211; A seguir, publicamos extratos de um recente artigo do f\u00edsico e engenheiro eletr\u00f4nico australiano Wallace Thornhill, no qual apresenta importantes considera\u00e7\u00f5es sobre o estado atual da Ci\u00eancia. 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