A crítica ao Guedes tem algumas alegações de fato verdadeiras, mas é extremamente exagerada e em alguns pontos mentirosa, como em relação ao Huck, que na verdade Guedes foi convidado por ele e não o contrário. Quanto ao endeusamento ao Arida, não há como refutar sua competência, mas o autor só esquece que está se referindo ao PSDB, partido que se uniu ao PT para implantar uma verdadeira KGB fiscal tributária e trabalhista nos níveis estadual e federal, que resultou em engessamento da livre iniciativa, freio ao desenvolvimento, desemprego, desaquecimento da economia e consequente diminuição da arrecadação de tributos. Entre quem promete com a certeza de que nada cumprirá e quem promete com a possibilidade de realizar mesmo que só pequena parte, não tenho dúvidas em escolher o segundo.
A questão brasileira é muito mais complexa. Vai muito além de Pérsia Arida ou Paulo Guedes. Acontece que está há tempo, em gestação, uma «NOVA ORDEM MUNDIAL». Neste cenário, compete ao Brasil exatamente esse papel, avanços e recuos, para sempre voltar ao local de partida. O eterno país do futuro. Carecemos de uma «inteligência» nacional, um projeto de país, um projeto de nação. Estamos sempre recomeçando e por consequência descobrindo o óbvio. Tudo que se faz aqui só tem uma finalidade, manter o moribundo respirando. Pois não interessa ainda, «matar o doente da cura». Os messias aparecem periodicamente, para dar um alento ao Sistema. Há Esquerda ou à Direita. Ambos operam apenas como cortina de fumaça. PORQUE A QUESTÃO NÃO É O ESTADO MÍNIMO OU MÁXIMO, MAS O ESTADO NECESSÁRIO! Temos a massa crítica para sair de marasmo, a questão é querer.
A crítica ao Guedes tem algumas alegações de fato verdadeiras, mas é extremamente exagerada e em alguns pontos mentirosa, como em relação ao Huck, que na verdade Guedes foi convidado por ele e não o contrário. Quanto ao endeusamento ao Arida, não há como refutar sua competência, mas o autor só esquece que está se referindo ao PSDB, partido que se uniu ao PT para implantar uma verdadeira KGB fiscal tributária e trabalhista nos níveis estadual e federal, que resultou em engessamento da livre iniciativa, freio ao desenvolvimento, desemprego, desaquecimento da economia e consequente diminuição da arrecadação de tributos. Entre quem promete com a certeza de que nada cumprirá e quem promete com a possibilidade de realizar mesmo que só pequena parte, não tenho dúvidas em escolher o segundo.
A questão brasileira é muito mais complexa. Vai muito além de Pérsia Arida ou Paulo Guedes. Acontece que está há tempo, em gestação, uma «NOVA ORDEM MUNDIAL». Neste cenário, compete ao Brasil exatamente esse papel, avanços e recuos, para sempre voltar ao local de partida. O eterno país do futuro. Carecemos de uma «inteligência» nacional, um projeto de país, um projeto de nação. Estamos sempre recomeçando e por consequência descobrindo o óbvio. Tudo que se faz aqui só tem uma finalidade, manter o moribundo respirando. Pois não interessa ainda, «matar o doente da cura». Os messias aparecem periodicamente, para dar um alento ao Sistema. Há Esquerda ou à Direita. Ambos operam apenas como cortina de fumaça. PORQUE A QUESTÃO NÃO É O ESTADO MÍNIMO OU MÁXIMO, MAS O ESTADO NECESSÁRIO! Temos a massa crítica para sair de marasmo, a questão é querer.