Economia

Brasil: o mito da restauração da confiança

André Araújo Artigo originalmente publicado no sítio Jornal GGN, em 26/05/2016. A mídia repete à exaustão um termo colocado em circulação pelos “economistas de mercado”, que tornou-se a verdade revelada. O conceito de “restaurar a confiança” significa que, colocados na mesa os preceitos fundamentais da escola clássica, quais sejam o equilíbrio fiscal, a absoluta prioridade no combate à inflação e ...

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Combinação de políticas econômicas para destravar o crescimento

André Araújo Artigo originalmente publicado no sítio Jornal GGN, em 28 de abril de 2016. No velho pensamento econômico anterior a 2008, conviveu-se com uma divisão entre o pensamento econômico ortodoxo e o conjunto de escolas consideradas heterodoxas, entre as quais a do Estado de bem-estar social e a escola desenvolvimentista do pós-guerra. Após a crise financeira de 2008, uma ...

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EUA: recuperação real ou novas bolhas financeiras?

Nos EUA, retorna o medo de novas bolhas semelhantes à das hipotecas subprime, que, em 2008, foi a principal causa da eclosão da crise financeira global. Muitos empréstimos foram concedidos sem se levar em conta a capacidade de pagamento real de muitos dos tomadores. Em seguida, estes títulos foram usados ​​como base para outras operações de alto risco e para ...

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O Banco Central criou a recessão

André Araújo Advogado e empresário. Artigo originalmente publicado no sítio Jornal GGN, em 16 de março de 2016. Anne Schwartz, nascida em 1915 e falecida em 2012, foi uma das maiores economistas do século XX. O mais famoso Milton Friedman deve muito de sua carreira a sua colega, que com ele co-autorou a monumental História Monetária dos Estados Unidos. É ...

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Guerra total à empresa nacional

Por André Araújo Artigo originalmente publicado no Jornal GGN. O Orçamento Público tem dois lados: de um lado está a DESPESA, coluna onde se encontram TODOS os servidores públicos dos Três Poderes, de outro lado está a RECEITA onde se colocam todos os produtores de bens e serviços que pagam impostos ao Estado e com eles proporcionam os recursos para ...

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Riscos financeiros estão piores que em 2007

“O sistema financeiro global tornou-se perigosamente instável e enfrenta uma avalanche de falências que irão testar a estabilidade social e política.” As palavras são de uma autoridade: William White, presidente do Comitê de Desenvolvimento e Revisão Econômica da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) e ex-economista-chefe do Banco de Compensações Internacionais (BIS), que há algum tempo tem ...

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Brasil: retomada do desenvolvimento só virá com reindustrialização

No momento em que, ao contrário do setor bancário, a indústria brasileira registra os seus piores resultados em décadas, começa a ganhar corpo entre especialistas e estudiosos do cenário nacional a ideia de que o País só poderá retomar o caminho do desenvolvimento com a reversão da atual tendência de desindustrialização e “reprimarização” da economia – ou seja, com uma ...

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Banco Central: independente para doar dinheiro aos ricos

José Carlos de Assis Economista, doutor pela Coppe-UFRJ, autor de “Os sete mandamentos do jornalismo investigativo” (Ed. Textonovo, São Paulo, 2015). Artigo originlmente publicado no sítio Jornal GGN.  A maior fonte de corrupção no Brasil é o Banco Central. Este mesmo ao qual o valente e honrado senador Renan Calheiros quer dar total autonomia. No ano passado, o Banco Central ...

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Davos – tateando no escuro?

Anno Hellenbroich, de Wiesbaden A edição deste ano do Fórum Econômico Mundial, mais conhecido como Fórum de Davos, proporcionou uma boa leitura do estado mental das elites internacionais que se reúnem anualmente no resort suíço para discutir as tendências mundiais. O tema algo grandioso deste ano foi: “A Quarta Revolução Industrial: o que significa e como responder a ela”. Porém, ...

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2016: novos riscos financeiros globais

A Reserva Federal, como esperado, fechou 2015 com um aumento de 0,25% na sua taxa de juros. Evidentemente, a intenção foi transmitir a mensagem do fim da crise nos Estados Unidos e, em consequência, de esperança para a recuperação global. Porém, cremos que é preciso pensar duas vezes. A política de “flexibilização quantitativa” e a taxa de juros zero dos ...

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