Author Archives: Mario Lettieri e Paolo Raimondi

A lição amarga da dívida pública grega

Sete anos após o início dos resgates financeiros, a Grécia parece estar pior do que antes. Em 2000, o mercado já havia parado de refinanciar a dívida grega. Em seguida, os países da zona do euro, com uma série de acordos bilaterais, concederam ao país empréstimos no montante de 52,9 bilhões de euros. Em 2012, percebeu-se que não seria suficiente. ...

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A bolha da dívida de títulos corporativos

A bolha de títulos corporativos é uma séria ameaça ao sistema econômico e financeiro global. Talvez, seja pior que a das notórias hipotecas imobiliárias subprime que deflagraram a crise de 2008, uma vez que já ultrapassou em muito a casa dos 30 trilhões de dólares. Mas o número mais preocupante é que, no setor corporativo, a taxa de dívida/receita, a ...

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EUA: recuperação real ou novas bolhas financeiras?

Nos EUA, retorna o medo de novas bolhas semelhantes à das hipotecas subprime, que, em 2008, foi a principal causa da eclosão da crise financeira global. Muitos empréstimos foram concedidos sem se levar em conta a capacidade de pagamento real de muitos dos tomadores. Em seguida, estes títulos foram usados ​​como base para outras operações de alto risco e para ...

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Riscos financeiros estão piores que em 2007

“O sistema financeiro global tornou-se perigosamente instável e enfrenta uma avalanche de falências que irão testar a estabilidade social e política.” As palavras são de uma autoridade: William White, presidente do Comitê de Desenvolvimento e Revisão Econômica da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) e ex-economista-chefe do Banco de Compensações Internacionais (BIS), que há algum tempo tem ...

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2016: novos riscos financeiros globais

A Reserva Federal, como esperado, fechou 2015 com um aumento de 0,25% na sua taxa de juros. Evidentemente, a intenção foi transmitir a mensagem do fim da crise nos Estados Unidos e, em consequência, de esperança para a recuperação global. Porém, cremos que é preciso pensar duas vezes. A política de “flexibilização quantitativa” e a taxa de juros zero dos ...

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O G-20 e o risco dos desequilíbrios financeiros

As análises e propostas que têm caracterizado todas as cúpulas do G-20, inclusive a recente reunião dos ministros das finanças e presidentes de bancos centrais, em Istambul, têm sido distorcidas pela alegada centralidade das chamadas “contas correntes”. Em suma, o mundo é dividido em países com excedentes comerciais e países com déficits comerciais. Os primeiros, automaticamente, se tornam credores em ...

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Temor de crise sistêmica novamente na ordem do dia

As vertiginosas oscilações nas bolsas de valores internacionais estão questionando novamente a estabilidade do sistema financeiro global. Não se trata de um efeito cascata do arrefecimento da economia chinesa e da consequente queda nas ações da Bolsa de Xangai, como muitos têm insistido, com uma certa dose de oportunismo. Em vez disto, a verdade é que está se começando a ...

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Que “banco ruim”? Quem paga a conta?

Na Itália, desencadeou-se uma acalorada discussão sobre a criação de um “banco ruim” (bad bank, na expressão original em inglês), uma instituição especificamente criada para abrigar os ativos “tóxicos” em posse dos bancos do país. O sistema bancário italiano está às voltas com graves dificuldades e demanda, uma vez mais, um salvamento público. Isto foi admitido apenas parcialmente, em meio ...

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Um freio à especulação financeira com alimentos

O mundo espera que o slogan da EXPO 2015 em Milão, “Alimentar o planeta”, se torne um compromisso verdadeiro com o combate à fome e a interdição da inescrupulosa especulação financeira com os alimentos. Caso contrário, as belas palavras sobre a excelência alimentícia, a indispensável defesa da biodiversidade e o desenvolvimento de uma agricultura diversificada e sustentável, constituída por produtores ...

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Crise no setor energético – novo risco sistêmico?

Um dos efeitos de “flexibilização quantitativa” (leiam-se injeções maciças de liquidez) praticada pelos bancos centrais tem sido a causar uma certa volatilidade nos preços das commodities. O simples anúncio da “flexibilização” europeia pelo Banco Central Europeu (BCE) chegou a determinar variações diárias de até 9% nos preços do petróleo. No passado, a liquidez nova costumava gerar um aumento na produção ...

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